quarta-feira, 28 de setembro de 2016

FOTOGRAFIA de TLM
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

terça-feira, 27 de setembro de 2016

AINDA A PROPÓSITO DOS COMANDOS
Copio uma carta de um camarada de armas, do Exército, endereçada aos CEMGFA e CEME, com conhecimento à AOFA. Creio que motivada por uma "gota de água" que terá sido uma notícia de que um instruendo teria sido obrigado a comer terra. Os bold são da minha responsabilidade.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)


Nota Introdutória da responsabilidade da AOFA



O Coronel João Andrade da Silva dirigiu aos Exmos Senhores Generais CEMGFA e CEME uma mensagem da qual deu conhecimento à AOFA, facto que registamos, agradecemos e

que nos leva a tornar pública, quer dada a sua relevância quer o facto de a considerarmos perfeitamente adequada face ao momento que vivemos e à necessidade imperiosa de defender, por justiça elementar, a Instituição Militar que nos orgulhamos de Servir.



A MORTE DOS NOSSOS CAMARADAS MILITARES

Exmos Senhores Oficiais Generais, Senhor General CEMGFA, , senhor general CEME Meus Generais

Como militar, antigo instrutor, acompanhante de comandos , pára-quedistas e tropas de combate normal, em várias situações e teatros de operações sinto-me revoltado, impotente e francamente muito mal, como militar, mas também, como cidadão e psicólogo quer em relação aos nossos camaradas mortos, aos nossos camaradas comandantes e às suas famílias pelo ambiente tóxico que está criado em torno do caso dos instruendos comando, pelo que solicito aos meus generais que se desfaça ou confirme estes indícios de crime.

Não podemos, e creio não DEVEMOS esperar muito mais. O prestigio e a honra do Exército e das Forças Armadas e a nossa honra e dignidade individual não permitem este vergonhoso massacre informativo, (a) pelo que, em relação ao que se apontam como infractores dos nossos códigos: ou há ou não indícios que confirmam ou infirmam estas noticias, aliás, como sabíamos, perante tais queixas, no caso de haver alguma confirmação, o/os visado(s) já estariam suspenso de funções, se não estão é porque não nenhum indicio, logo, este facto, na minha opinião, sem a violação do segredo de justiça, deve ser revelado, porque um valor mais alto está posto em causa - a NOBREZA DA INSTITUIÇÃO MILITAR E DO SERVIÇO MILITAR À PÁTRIA.

Meus Generais

Não sei quantos camaradas se dirigem aos meus generais, não sou porta-voz de ninguém, e penitencio-me pela minha ousadia de vos comunicar o meu sentir, embora, algumas vezes, fique sem resposta, mas como nos disseram grandes generais do Exército, como o Sr. General Loureiro dos Santos, cada um, e todos, devem realizar plenamente os seus deveres e direitos, perspectiva em que sempre me coloquei, como é conhecido. Mas também, como psicólogo militar, que auscultei o sentir profundo de dezenas dos nossos camaradas oficiais e centenas de militares, não posso deixar de referir aos meus Generais, o que, nem seria necessário, que estas noticias desprestigiantes afectam o nosso bem - estar moral e a nossa honra, como cidadãos militares e a dignidade e honra da Instituição Militar.

No cumprimento do dever militar da lealdade
Com elevada consideração e respeito
João António Andrade da Silva
Coronel artilharia/psicólogo militar situação militar reforma Conhecimento a AOFA

(a) Noticia http://www.msn.com/pt-pt/noticias/videos/militar-morto-nos-comandos-obrigado-a- comer-terra-quando-j%C3%A1-sofria-convuls%C3%B5es/vi-BBwwqYJ?ocid=spartandhp

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

O MINISTRO terá dito que.......

Num jornal do Concelho de Setúbal, de escassa tiragem, Diário da Região, vinha uma notícia em 20 de Setembro passado, que dizia "governo foge do aeroporto do Montijo"
Depois referiam que o MDN terá dito que a FAP precisa da BA6 e que são necessários mais estudos.

Naturalmente que sobre o que se lê e ouve nos media nacionais há que dar um desconto tremendo, seja nos chamados de referência (??!!) seja em qualquer outro.
Isto dito, quem conhece alguma coisa sobre a BA6 e as Lajes nos Açores tem uma noção clara de vários aspectos.
- quer nas Lajes quer na BA6 estamos a falar de áreas muito vastas;
- nas Lajes acomodam-se a parte militar (nacional e americana) e parte civil; as pistas são usadas por aviões militares e civis; os civis dirigem-se depois para uma área que funciona como aeroporto civil;
- na BA6 albergam-se a esquadrilha de helicópteros da Marinha, os helicópteros da Força Aérea Portuguesa (FAP) dedicados à busca e salvamento; ali estão também sediados os aviões de transporte C-130 e outros do género e ainda os aviões P3 Orion.
- certamente que para ter a funcionar na BA6 um aeroporto civil, complementar, teria que ter uma área reservada para esse fim com condições para passageiros, carga etc; certamente que as pistas militares seriam usadas pelos aviões civis como acontece nas Lajes;
 - certamente que serão precisos mais estudos para se poder tomar uma decisão; não deve ser uma coisa complicada;
 - que problemas se estarão a levantar? Não sei. Mas deixem-me especular, ser mauzinho.

especulação - os que andaram no tempo do sinistro anterior PM do PS a comprar terrenos nas zonas da OTA não se convenceram que iam ficar a ver bonés; vai daí, toca de comprar terrenos à farta nas zonas circundantes onde se potenciava a construção de um novo aeroporto, o chamado de Alcochete que, na realidade, teria grande parte era dentro do Concelho do Montijo; "JAMAIS", ficaram a ver bonés outra vez, mas não desistem, como se vê;
 especulação - será que isto terá, também, alguma coisa a ver com o facto da FAP não ter capacidade para combater incêndios?
 especulação - será que isto terá, também, alguma coisa a ver com o facto do Ministro que anda teoricamente a tratar destas coisas, ser quem é, morar onde mora?
 especulação - o cidadão comum, ao ler a notícia, conclui, forçosamente - "a FAP não quer civis dentro da sua base", "estamos num País rico, não é? "; ora quem cala consente, e pelo que se tem visto, a FAP nada dirá sobre o assunto.
Tinha que dizer? Eu considero que não. Mas há muitas formas de tentar desmentir o que não for verdade, sem ser necessário dar a cara na TV.
Se for verdade o que terá dito o ministro das Forças Armadas, perdão, Ministro da Defesa Nacional, queira Vexa desculpar a minha atrapalhação, senhor ministro, então.......
António Cabral
cAlmirante, ref
(Chapéus há muitos)



Actualizado - ás 2145 horas reparei no expresso online neste trecho - Proposta das Grandes Opções do Plano para 2017 prevê que o Executivo decida no próximo ano o futuro do Aeroporto Humberto Delgado, com base nos estudos que estão a ser feitos - pelo que concluo, teimoso, que as minhas especulações talvez não sejam tão tolas assim. Até porque os terrenos precisam ser valorizados, perdão, o aeroporto Humberto Delgado esgotou toda a sua capacidade e a FAP precisa muito da parte Figo Maduro. 

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Grave êrro se aumentarem idade de reforma dos militares

  
DN online:
Militares criticam alterações para acesso à reforma

Meu comentário:
https://scontent-lhr3-1.xx.fbcdn.net/v/t1.0-1/p48x48/12241408_142013402825520_5161564900876074174_n.jpg?oh=377737cbd2718369a44ba5781beede38&oe=58856983
Trabalha na empresa Marinha Portuguesa
Ainda há dias foi notícia a morte de 2 militares na casa dos 20 anos por não resistirem ao esforço exigido num treino que simulava condições que poderiam encontrar em caso de conflito. Quantos mais morreriam se já tivessem ultrapassado os 55 anos? Que chances teriam, com esta idade, de combater contra outros militares na casa dos 20 anos?
  A conclusão lógica é que o País nada ganha em obrigar militares idosos a ter de combater contra inimigos jovens. Obrigá-los, forcá-los a isso, é até desumanidade, por estar a condena-los previamente à morte se tiverem de intervir.
  Para além disso, passar à reserva após 36 anos de serviço como militar e aos 60 à reforma, não é regalia mas sim o direito de recuperar a sua liberdade como pessoa humana e os direitos constitucionais de que gozam os outros cidadãos. E liberdade para poder continuar a trabalhar se puder, mas em condições semelhantes às dos outros cidadãos
  Porque, durante todos esses 36 anos da sua vida, em serviço efectivo, esteve em permanente disponibilidade, fosse noite ou feriado, não teve horário de trabalho, e prejudicou a sua vida familiar, a assistência a filhos, com ausências por vezes de meses e anos.  Esteve sujeito a um regime disciplinar tão duro que até prevê prisão disciplinar e proibição de sair da unidade durante vários dias. Com permanente disponibilidade para lutar em defesa da Pátria, se necessário com sacrifício da própria vida (e muitos já morreram ou ficaram deficientes), para o que teve de fazer e manter bem dura preparação.
  E com as seguintes restrições às Liberdades e Garantias que a Constituição dá aos restantes cidadãos, enquanto estiver em serviço efectivo:
-Direito à liberdade e à segurança (Artº 27º da Constituição).
-Família, casamento e filiação (Artº 36º).

- Liberdade de expressão e informação (Art 37º).
- Direito de deslocação e de emigração (Artº 44º).
-  Direito de reunião e de manifestação (Artº 45º).
- Participação na vida pública (Artº 48º).
- Associações e partidos políticos (Artº 51º).
- Liberdade sindical (Artº 55º)..
- Direitos dos trabalhadores (Artº 59º). 
- (Saúde) (Artº 64º).

- Ambiente e qualidade de vida (Artº 66º).

  
  É, como se vê, uma espécie de escravatura mas aceite porque, após o fim do serviço militar obrigatório, só se ingressa por concurso. Mas aceite até com orgulho, por considerarem ser seu dever proteger a sua Pátria, os seus concidadãos e seus bens.
  Mas, quando um Governo pretende prolongar-lhe compulsivamente o tempo de serviço efectivo para além do que aceitara, ou o impede de dele sair, aí sim já é mesmo escravatura. Imposta por políticos! Em pleno Século XXI!
  Portanto quando alguém diz que a idade de reforma deve ser igual para todos, deve pois assumir que TUDO, mesmo tudo, e não só isso, deve ser igual para todos!
            António José de Matos Nunes da Silva


segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Ainda sobre os Comandos

Sobre a tragédia ocorrida recentemente durante o 127º curso de comandos ouvi/ li posições do MDN, de porta-voz do Exército, da AOFA, de militares já fora do activo, de jornalistas. E as barbaridades de certos políticos (??) que pensam ainda estar no tempo em que os progenitores e amigos assaltavam. Creio que houve reportagens nas TV, que não vi.

Li - "não são aceitáveis mortes em instrução”. A responsabilidade pelo que sucedeu pode ser, certamente, atribuída a mais do que um factor, circunstância. 
Tal como nos acidentes nas estradas ou no mar, as tragédias ocorrem porque se somaram num dado momento várias componentes que, isoladamente, só por si, provavelmente não causariam o despiste na estrada ou o virar da embarcação.
Mas só em Portugal é que subsiste esta tonteria - "ah, a estrada estava molhada" - ou - "ah, houve um golpe de mar".
Adaptar por exemplo a velocidade do veículo ás condições meteorológicas e ao tipo de carga transportada,…………. ah, isso não interessa para nada.
No plano do “achismo”, a única coisa que acho de facto é que são inaceitáveis as mortes e que é indesmentível que certas profissões tem inerente o risco de vida.
Do que me apercebi posteriormente sobre a tragédia, saltou-me também à vista um artigo do jornalista Manuel Loff de 17 de Setembro passado, publicado no jornal Público.
Face ao que se conhece pelos media, a que é preciso dar um desconto enorme, ENORME, o parâmetro médico é capaz de ter uma elevada cota de responsabilidade no caso. 
Como cidadão gostava de ver esclarecido, publicamente, tudo acerca das inspeções médicas, para ingresso no Exército, para seleção para tropas especiais, que meios humanos com adequada e específica preparação e meios logísticos existiam em apoio directo ao curso, e que estrutura estava preparada para acorrer a situações inesperadas. Que alertas testados com o INEM, por exemplo. Em Alcochete e no Montijo, existem ambulâncias. De Alcochete ou do Montijo ao campo de tiro leva-se muito pouco tempo de veículo (sei do que estou a falar). 


Existe a Base Aérea do Montijo, onde estão sediados os helicópteros de busca e salvamento que, tanto quanto julgo, podem levar doentes em situação crítica a hospitais. Creio também que o INEM tem helicóptero.
Ainda no plano da saúde, se uma doença congénita é difícil de detectar, pela experiência que tenho com familiares, há exames que detectam por exemplo facilmente certos problemas nos vasos sanguíneos.
Portanto, no plano saúde/médico creio que será perfeitamente possível identificar causas e daí tirar conclusões e responsabilidades concretas.
Avançar, apenas no plano teórico e de forma decente e civilizada com a remota possibilidade de eventuais usos de estimulantes, não é coisa que me ofenda nem choca, exactamente porque o que vi escrito estava num plano de ponderação respeitosa.
Depois, e ainda no plano dos cuidados médicos, o que veio a público denunciado quanto ao estado do Hospital das Forças Armadas, sem urgências e etc, é bem revelador do estado deplorável a que Portugal chegou em certas áreas, neste caso, na Instituição Militar. Mas, para alguns dos que se indignam agora muito, será bom lembrar que nada da lastimável situação foi concebida e executada apenas pelo anterior MDN Aguiar hífen Branco. 
E, já agora, alguém com os pés na terra, pensa possível que neste País cada vez mais de faz de conta, alguma vez esse homem será responsabilizado, a sério? 

Foi trabalho político, e certamente baseado em muita assessoria e documentação assinada naquele ministério por responsáveis civis e militares. E houve visitas e inaugurações. E pelas fotografias, sempre todos sorridentes.
Olhando ao artigo já supra mencionado, de Manuel Loff, o jornalista enxofra-se muito com a apontada remota possibilidade de usos de estimulantes. Como não tenho a certeza a que coisa concreta se refere, direi apenas que o que vi escrito pelo MGeneral Carlos Branco nada me chocou exactamente porque me pareceu como acima descrevi.
Quanto ao resto do artigo de Loff, em que não me espanta o estilo dada a pessoa, no que se refere a fanfarronices e ao elencar de casos passados e ao apontar de páginas oficiais de certas instituições, creio que lhe assiste uma boa parte da razão nos comentários.
E há sobretudo uma coisa em que com ele concordo, quando escreve que - paga para ver - quanto à questão do apuramento de tudo até ás últimas consequências.
Se apreciei e aprecio as posições equilibradas que se ouviram sobre este muito triste assunto, a realidade é que o histórico deixa imensas incertezas.
E quando alguns brandem a imagem dos escuteiros nem reparam que, parece-me, se colocam num patamar equivalente de sentido oposto ao daqueles e daquelas que irresponsavelmente clamam pelo fim dos Comandos e, no intimo, certamente do Exército e das Forças Armadas.
Parece-me muito avisado e justamente referido o que adiante coloco, porque em minha opinião também isso deve fazer parte da vida contemporânea sem que signifique beliscar valores fundamentais e sem perder de vista a necessidade de preservação de instituições - ……."Rever permanentemente decisões já tomadas, seguir num destino diferente, duvidar das soluções actuais, enfrentar problemas novos são actividades obrigatórias"……..
Pago também para ver como tudo se vai passar. 

É que se vier a acontecer como anteriormente, com conclusões reservadas, inconclusivas, sem explicação concreta ás famílias dos falecidos, (que indemnizações?) etc, as garantias de peito feito do PR do PM e do MDN irão aumentar a certeza de que gradualmente caminhamos para o estado lamentável dos vários países dentro de Portugal. O palaciano e das mesuras, e o da dura realidade, como no passado não muito longínquo.

António Cabral

cAlmirante, reformado
(chapéus há muitos)

sábado, 17 de setembro de 2016

O BI militar

  Só hoje, ao tentar obter uma certidão no Portal do Cidadão e me ter sido recusado acesso com BI militar, me apercebi de mais este importante corte nos direitos dos militares, efectuado pelo anterior Ministro da Defesa, ao alterar o EMFAR, em 2015.
  É que, como consta no verso do meu BI, a validade do BI militar para todos os efeitos legais, em Território Nacional, era estabelecida pelo art.º 112º do EMFAR aprovado pelo DL 236/99.
  Mas o DL 90/2015, que aprova o EMFAR de 2015, no seu art.º 23º, revoga o DL 236/99.
  E, no EMFAR de 2015, já nada consta quanto a BI militar e respectiva validade!
  E ninguém chamou a atenção dos militares, do activo, reserva e reforma, sobre tal assunto!
  À atenção das Chefias Militares, para cujos Gabinetes também envio esta mensagem.
               

domingo, 11 de setembro de 2016

Os Comandos do nosso Exército

No CM online consta hoje o seguinte artigo: “Morre a jogar futsal em frente aos amigos -- Nuno Branco, 40 anos, caiu inanimado quando praticava desporto com grupo de colegas.
 Quantos e quantos não faleceram já praticando desporto? Que esforço, por exemplo, se exige a um maratonista de alta competição?
  Que outro órgão de comunicação noticiou este falecimento a jogar futsal?
  Alguém vai por isso pedir que se acabe com o desporto? Porquê alguém o pede para o Regimento de Comandos, tão importante componente das forças de dissuasão de ameaças contra a soberania de Portugal?
   Se cair um avião da Força Aérea e morrerem os seus tripulantes vai-se pedir a extinção da FA? E se houver acidente com navio de guerra e morrerem muitos marinheiros pedem que se acabe com a Marinha?
  Já não há serviço militar obrigatório pelo que, agora, todos os militares o são por escolherem como opção de vida a total dedicação à defesa do seu País, dos seus concidadãos e respectivos bens, sacrificando vida própria e familiar.
  E a esmagadora maioria dos militares sente até orgulho na sua nobre missão de proteger os outros.
  Mas há alguns que não se adaptam, que se arrependem da profissão que escolheram. Mas que ficam dela prisioneiros.
  Porque, ao contrário de todos os outros concidadãos, se forem dos quadros permanentes, terão de indemnizar o Estado de tudo o que com eles despendeu se o requererem antes de 8 anos sendo oficiais ou sargentos, 14 se forem pilotos e 4 se forem praças (artigo 171º do Estatuto aprovado pelo DL 90/2015). E muitos raros terão posses para tal.
  Segundo a Portaria 188/2016 (já deste Governo) a indemnização inclui – imaginem! -além de tudo o que o Estado para tal despendeu com cursos, até os vencimentos do militar durante o seu tempo de instrução (incluindo os subsídios de férias e Natal!).
  E mais. Ilegalmente, o artº 6º desta Portaria dá ainda aos chefes dos ramos o poder discricionário de lhe estabelecer tempo adicional de serviço!!!!
  É autêntica escravatura em Portugal, no Século XXI!
   Mas políticos e jornalistas disto não falam. Não é com eles, nem o julgam mediático...
  Pois se foram até políticos quem criou tal legislação, recentemente e sem sequer atenderem críticas das associações profissionais de militares! No silêncio “sepulcral” da comunicação social!
  Estou certo que o nosso Exército, após o inquérito que levantou ao triste falecimento de 2 instruendos, irá providenciar no sentido de minimizar a probabilidade de recorrências. A meu ver, no binómio saúde e instrução. Acabar com Comandos é que não!
                    
António José de Matos Nunes da Silva 

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Curso de Comandos no Campo de Tiro de Alcochete


"Segundo os Órgãos de Comunicação Social, no decorrer da instrução do Curso de  Comandos, a decorrer no Campo Tiro de Alcochete, um militar faleceu no Hospital do Barreiro, três outros estarão internados no Hospital da Cruz Vermelha, um outro no Hospital Curry Cabral e somente dois (aparentemente os casos menos  graves) estarão no Hospital das Forças Armadas (HFAR).
A ser assim, surge obrigatoriamente a seguinte questão :
O HFAR NÃO TINHA (NÃO TEM)  CAPACIDADE INSTALADA para responder, por inteiro, à situação ocorrida?
De acordo com o divulgado pela  comunicação social, infelizmente a resposta parece confirmar a pergunta. A ser assim, então, depara-se uma nova interrogação :
Se esta é  a resposta do HFAR, em tempo de paz, como seria a mesma em tempo de crise ou de guerra? Adivinhando -se a resposta, perfila-se, finalmente, a questão :Para que serve o HFAR?
A desconstrução do Serviço de Saúde Militar e dos seus Hospitais de referência, levada diligentemente a cabo pela tutela política do governo anterior, julga-se que poderá dar  a competente resposta, com um elevado grau de confiança.
Os inquéritos ordenados pelo MDN para esclarecimento do sucedido são indiscutivelmente necessários, mas.... outros deveriam ser, efetivamente, obrigatórios para  avaliação das  responsabilidades políticas, a montante, que levaram ao estado a que as FA chegaram, e ao ponto a que os seus Militares se  encontram sujeitos,  tudo no superior interesse do esclarecimento dos Portugueses e da Nação.
JFMonteiro
Tenente General "

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Veleiro da Escola Naval no mundial de veleiros robóticos

Do Jornal da Economia do Mar de 06SET2016, a notícia em assunto pode ser lida aqui
.Foto do Jornal citado.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Almirante Pinheiro de Azevedo


Recebida a informação de que a Rotunda Almirante Pinheiro de Azevedo será inaugurada no próximo dia 16 de Setembro pelas 11.00 horas.
A Rotunda fica junto à Praça D. António Ribeiro, entre a Av. Dr. José Salvado Sampaio e a Av. Cruz Abecassis. A melhor maneira de lá chegar é pelo Eixo Norte-Sul, sentido Norte, virando à direita para o Alto do Lumiar (é a primeira rotunda a aparecer).

(Para ampliar, "clicar" na imagem)

Má onda na Marinha


"A Marinha vive a situação inédita de ter um almirante na situação de reserva na efectividade de serviço, a exercer os cargos de vice-chefe do Estado-Maior da Armada e de Comandante Naval do Continente!"

Para ler o artigo completo podem seguir esta ligação.

O Bilhete de Identidade Militar. Contributos?

Nos últimos anos, nem sempre (diria mesmo poucas vezes) o nosso BI militar tem sido considerado como documento válido de identificação fora do âmbito das Forças Armadas. Tendo-me vindo esta semana à mão um parecer (já com algum tempo) que agora junto, do Instituto dos Registos e Notariado homologado pelo seu Presidente em 21DEZ2011, pareceu-me de interesse divulgá-lo (ou relembrá-lo) aqui
Alguma da argumentação utilizada não teve em conta, por exemplo, a situação de muitos camaradas (o meu caso pessoal) que continuam a ter BI civil vitalício que complementam, conforme o caso, com os cartões que agora o Cartão de Cidadão cobre.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Em complemento de Estarão mesmo desbloqueadas as promoções nas Forças Armadas?

Desbloqueadas promoções nas Forças Armadas? Ou armadilhado o desbloqueamento?
  O que é que significa “bem como a inexistência de outra forma de assegurar o exercício das funções cometidas”, no nº 3 do Despacho 10803-A/2016 hoje publicado?
  Continua a União Europeia (como o fez através da troika) a dar ordens quanto à Defesa Nacional de Portugal, ou continua o “zelo”, de se fazer o “para além da troika”?
  E porquê só recebem a partir da data da publicação da promoção em DR e não da que corresponde ao seu direito à promoção? Não é isso (e para esses aliás correctamente) o que sucede por exemplo com assessores de gabinetes ministeriais que recebem a partir da data em que começam funções e não da data, por vezes meses depois, da publicação do Despacho que os nomeou para tal.
                              António José de Matos Nunes da Silva
                                            Oeiras

  E acrescento que não há apenas importante perda de vencimentos, do tempo em que já teve vacatura no quadro superior mas não pode ser promovido dada a dificuldade em se comprovar a “inexistência de outra forma”, e ainda do tempo que medeia entre a data da promoção e a da sua publicação em DR.
  É que isso se irá também reflectir - e gravemente - em toda a sua velhice,ou mais se se incapacitar a meio da vida. Pela triste regra, que há poucos anos criaram, de a pensão passar a ser calculada pela média dos últimos 40 anos de descontos. Nessa média entrarão portanto parcelas de valor mais baixo do que aquele a que devia ter direito! Regra ainda muito mais agravada pelo facto de o governo anterior lhes ter extinguido o seu Fundo de Pensões que, em parte, compensava tal regra!
  Extinção gravíssima e exclusiva para militares. Que para ele descontavam, conjuntamente com a entidade patronal. E foi a entidade patronal que, unilateralmente, o extinguiu. Entidade patronal que é a mesma da CGD onde também desconta para o fundo de pensões dos seus empregados, fundo que, felizmente, não pôs em causa.
  E nada consta que algo venha a ser remediado no OE2017!
  Triste País que assim trata quem lhes deu a liberdade, quem aceita a perda grave de direitos constitucionais, da sua vida familiar, e da sua vida se necessário for, em defesa dos seus concidadãos. Só lhes impõem deveres e ignoram todas as contrapartidas constantes da Lei de Bases da Condição Militar. Até lhes obrigam a pagar a sua saúde em duplicado! Sua e dos seus camaradas! Escravatura no Século XXI.
  Não conheço outro país nestas condições. Nem na Europa nem no 3º Mundo.
        António José de Matos Nunes da Silva
                    Oeiras

Estarão mesmo desbloqueadas as promoções nas Forças Armadas?

Desbloqueadas promoções nas Forças Armadas? Ou armadilhado o desbloqueamento?
  O que é que significa “bem como a inexistência de outra forma de assegurar o exercício das funções cometidas”, no nº 3 do Despacho 10803-A/2016 hoje publicado?
  Continua a União Europeia (como o fez através da troika) a dar ordens quanto à Defesa Nacional de Portugal, ou continua o “zelo”, de se fazer o “para além da troika”?
  E porquê só recebem a partir da data da publicação da promoção em DR e não da que corresponde ao seu direito à promoção? Não é isso (e para esses correctamente) o que sucede por exemplo com assessores de gabinetes ministeriais que recebem a partir da data em que começam funções e não da data, por vezes meses depois, da publicação do Despacho que os nomeou para tal.
                              António José de Matos Nunes da Silva
                                            Oeiras

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Cten Carlos Rosa Garoupa - Missa do 7º dia

Recebida a seguinte comunicação:

"Dou a conhecer que a missa do 7º dia, celebrada em memória do nosso camarada  Rosa Garoupa terá lugar amanhã, quarta-feira 31 de Agosto, pelas 18h30m na Igreja do Alto do Restelo, S. Francisco de Xavier.

José M. Botelho Leal"

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Capitão-Tenente (R) Carlos Alberto M. da Rosa Garoupa


Cumpre-me o triste dever de dar a conhecer o falecimento inesperado, esta noite, do nosso camarada do "Curso D. João I" Carlos Rosa Garoupa O corpo deste nosso camarada e Amigo, que tinha completado 75 anos de idade na passada terça-feira, irá pelas 16 horas de hoje para uma capela mortuária dos Jerónimos, realizando-se o funeral amanhã à tarde para um cemitério que indicarei assim que tiver conhecimento.À sua Família e a todos os seus muitos amigos e camaradas apresento sinceras condolências.

José M. Botelho Leal

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

CMG Júlio da Silva Coelho (falecido em 19Jul2015)

Relativamente ao falecimento deste nosso camarada foi recentemente  recebido  o seguinte "e-mail":
"Soube pelo vosso blog da morte de Júlio Alberto da Silva Coelho em 2015.
Nos anos de 1976/80 exerceu funções em organismos do Ministério dos Assuntos Sociais, nomeadamente na Areosa (Porto) onde fui funcionário.
Quero apresentar à família enlutada os meus sinceros pêsames.
Foi um competente Diretor.
(Mário Mendes)"

domingo, 21 de agosto de 2016

Meu blog WordPress

 Constatei há dias que muito do que pus no meu WordPress estava miniaturizado, ilegível para quem tentasse ler, pois o portal não permite que qualquer leitor amplie o que lá está.
  Verifiquei que eu, na qualidade de administrador, posso editar essas miniaturas.
  Mas tenho de o fazer uma à uma, o que leva tempo e muito trabalho.  Por ora ainda só o pude efectuar nas centenas de imagens da minha História Profissional.
  Para quem tiver curiosidade em as ver, as suas várias partes estão directamente acessíveis no link:
  Ou clicando na categoria “HISTÓRIA PROFISSIONAL” que se vê na coluna da direita, se entrar no portal
A J Nunes da Silva

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Doca da Marinha

Tanto quanto me lembro, nas imediações das instalações militares era essencial criarem-se zonas de segurança especialmente nos acessos principais. 
Atendendo em especial aos tempos que correm, ainda serei dos que se espantam com a situação retratada junto à porta da Doca da Marinha, em zona de "paragem proíbida" como o sinal de trânsito mesmo em cima da entrada comprova, de seis viaturas em cima do passeio tradicionalmente destinado a peões - alguns dos quais eventualmente em transito de ou para a referida Doca -.
Brandos costumes!

Foto de telemóvel de 06 de Agosto de 2016

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Apartheid entre portugueses

  Apartheid entre portugueses.
  E foi criado nesta escassa quinzena de anos do Século XXI. Porque não existia no Século XX, nem no XIX, nem no XV.
  Os militares do Exército efectuaram prestimosa ajuda aos seus concidadãos no combate aos incêndios. Não precisaram de substituir as suas fardas pelas de bombeiros.
  Os da Força Aérea têm dado prestimosa ajuda no salvamento de doentes, no transporte de pessoas e material e, segundo se espera, vão recuperar também capacidade de colaboração no combate a incêndios. Sem precisarem de trocar suas fardas.
  Já quanto a militares da Marinha o tratamento passou a ser diferente. Para prestarem serviço aos seus concidadãos, na zona ribeirinha, têm de se “disfarçar de polícias”. Para que não haja dúvidas, “Polícia Marítima” escrita nas costas.
  Caso contrário, campanha de alguns jornalistas e não só. Há ilegalidades, até ferem a Constituição, dizem eles! Nada importante emitirem essas opiniões se o receio do seu impacto não tivesse conduzido o poder político a legislar no sentido do que tais contestatários pretendem:  militares da Marinha, no seu País, no nosso País, como militares, só em paradas. Quanto ao mar, o mais longe possível, de preferência em águas internacionais ou estrangeiras.
    Nada a ver contra a prestimosa acção policial, mas não foi essa a opção de vida desses militares. Nem a sua vocação. Nem a razão de ser da existência secular da Marinha. Profundamente desmotivador!
  E, a existência de “guetos” de portugueses, só por terem por missão principal a defesa de Portugal, é um tremendo desperdício de capacidade humana e material que, em tempo de paz, pode e deseja dar também mais um adicional contributo à nossa frágil economia.         

sábado, 13 de agosto de 2016

O País, CRP, Mar, Governos, AMN, Marinha

Portugal é, na minha opinião naturalmente, uma sociedade que para aí desde 1700 continua a não ter a casa arrumada.
Sempre por culpa dos outros, naturalmente. O que se vê agora, com praticamente tudo o que a geringonça prometia a ser ao contrário, ou o anterior governo depois do desastre socrático a clamar - agora é que é - sempre assim foi mais coisa menos coisa. Sempre uns quantos a governarem-se, variando as cores, mas a sociedade sempre a claudicar. E sempre corporativismos, agora com matizes sindicais.
Isto a propósito dos sucessivos governos, dos vários MDN, e de como todos foram encarando os problemas da Defesa Nacional, do Mar, e dos escassos recursos do País. Digo encarando porque, em concreto, pouco resolveram e clarificaram.
Por definição os recursos são sempre escassos, mas em Portugal foram e serão cada vez mais.
Concretamente, venho aqui a propósito da promulgação pelo PR de um DL que, segundo o que se vê no jornal de referência DN (??) o excelso juiz Bernardo Colaço considera inconstitucional porque, diz o juiz, confirma a tutela militar sobre a autoridade civil.
QUE TRAUMA, digo eu!
Pela minha parte, já não tenciono dar muito para este peditório. Há mais de cinco décadas que descobri que os bebés não chegam de Paris. Além de que reparo em quem se vem sempre insurgindo. E como gostava de ser mosca para observar o que é encomendado.
Acrescento apenas algumas convicções que, como sempre, admito que possam não ter fundamento:
1. O que se assiste de há anos para cá e concretamente desde 2005 nesta questão Autoridade Maritima versus Marinha, tem em parte a ver com a postura que muitos assumiram (erradamente) perante a CRP, a mudança dos tempos, os recursos, a racionalidade;
2. neste tema tem tido um papel particular o que se vem fazendo, o que continua a não se fazer, acerca da AMN e por exemplo na polícia marítima;
3. como sempre tem acontecido nos últimos anos, o que alguns defendem vem sendo disfarçadamente matizado por outros desígnios de parte a parte;
4. Quando olho para o que se vem passando na PSP e GNR e SEF, aumenta a minha desconfiança quanto a certas argumentações que venho observando relativamente à PM e AMN.
5. finalmente, e apesar de respeitar SEMPRE as opiniões alheias, não posso deixar de desconfiar de certas coisas e de potenciais desígnios para lá do aparente respeito da Lei, pois no meio disto tudo andam por aí, uns que são ressabiados, outros que são tolos e que continuam a não atentar na LEI.

A terminar, reproduzo em baixo o que julgo continuar em vigor.
Uma das curiosidades disto tudo, é que são diplomas aprovados no tempo de Guterres e agora o juiz Colaço insurge-se contra o MDN do governo PS. Há coisas mesmo engraçadas.

DL 43/2002/ 2Março

CAPÍTULO I

Princípios gerais
Artigo 1.o
Objecto
1 - O presente diploma cria o sistema da autoridade marítima (SAM), estabelece o seu âmbito e atribuições e define a sua estrutura de coordenação.
2 - É criada a Autoridade Marítima Nacional (AMN), como estrutura superior de administração e coordenação dos órgãos e serviços que, integrados na Marinha, possuem competências ou desenvolvem acções enquadradas no âmbito do SAM.


DL 44/2002/2Mar

Artigo 2.o

Atribuições e competências
1 - A AMN é a entidade responsável pela coordenação das atividades, de âmbito nacional, a executar pela Armada, pela Direção-Geral da Autoridade Marítima (DGAM) e pelo Comando-Geral da Polícia Marítima (CGPM), nos espaços de jurisdição e no quadro de atribuições definidas no Sistema de Autoridade Marítima, com observância das orientações definidas pelo Ministro da Defesa Nacional, que aprova o orçamento
destinado à AMN.
2 - O Chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA) é, por inerência, a AMN e nesta qualidade funcional depende do Ministro da Defesa Nacional.
3 - Nos processos jurisdicionais que tenham por objeto a ação ou omissão da AMN ou dos órgãos e serviços nela compreendidos, a parte demandada é a AMN, sendo representada em juízo por advogado ou por licenciado em Direito com funções de apoio jurídico, constituído ou designado pela AMN.

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Uma "Vasco da Gama" no SNMG1

Uma das “Vasco da Gama” vai participar, durante 4 meses, no Standing NATO Maritime Group 1 (SNMG1):
Portaria 241/2016
“ ....determina o Governo, pelo Ministro da Defesa Nacional, o seguinte:
1 — Fica o Chefe do Estado -Maior -General das Forças Armadas autorizado a empregar e sustentar, como contributo de Portugal para a missão da OTAN no âmbito das Assurance Measures, através do Standing
NATO Maritime Group 1 (SNMG1), uma Força Nacional Destacada constituída por uma unidade naval da Classe “Vasco da Gama”, incluindo como meios orgânicos um destacamento de helicóptero e uma equipa de
abordagem, com um efetivo até 210 militares, pelo período de quatro meses, no segundo semestre de 2016.
2 — A participação nacional na missão identificada no número anterior é executada na zona norte do oceano Atlântico, no mar Báltico, no mar Negro e no mar Mediterrâneo.
3 — A Força Nacional Destacada fica na dependência direta do Chefe do Estado -Maior -General das Forças Armadas.”

“Curiosidades”: 
  Porquê uma fragata e um “destacamento de helicópteros”? A fragata não tem o seu helicóptero? É indispensável uma Portaria do Ministro para o navio poder levar o seu helicóptero e respectiva tripulação?
  Porquê na dependência directa do CEMGFA, e sem sequer lhe dar poderes de subdelegação? Terá um general mais competência do que um almirante para superintender a meios navais em operações?
  Essa missão da FF é NATO, ou meramente nacional?
    A J Nunes da Silva

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Os 70 Anos do Curso D João de Castro

Pela estatística das visualizações, verifico que os clipes do meu DVD dos 70 Anos na Armada do Curso D. João de Castro, feito em 2013, continuam despertando interesse. Julgo que maioritariamente de camaradas de Marinha.
    Por tal, resolvi colocar aqui o conteúdo do DVD, na íntegra, mas dividido em 3 partes, por limitações deste portal. É uma colectânea de fotos e clipes de vídeo de que pude dispor. Do nosso passado. Dos 70 anos.
  Dos 34 cadetes iniciais do curso, neste ano em perfazemos 73 na Armada, e nesta data, restamos ainda 9. Todos nonagenários.
Muito demos ao País e à nossa Marinha. E o “bichinho” cá continua. Enquanto respirarmos.
  A J M Nunes da Silva