quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Capitão-Tenente (R) Carlos Alberto M. da Rosa Garoupa


Cumpre-me o triste dever de dar a conhecer o falecimento inesperado, esta noite, do nosso camarada do "Curso D. João I" Carlos Rosa Garoupa O corpo deste nosso camarada e Amigo, que tinha completado 75 anos de idade na passada terça-feira, irá pelas 16 horas de hoje para uma capela mortuária dos Jerónimos, realizando-se o funeral amanhã à tarde para um cemitério que indicarei assim que tiver conhecimento.À sua Família e a todos os seus muitos amigos e camaradas apresento sinceras condolências.

José M. Botelho Leal

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

CMG Júlio da Silva Coelho (falecido em 19Jul2015)

Relativamente ao falecimento deste nosso camarada foi recentemente  recebido  o seguinte "e-mail":
"Soube pelo vosso blog da morte de Júlio Alberto da Silva Coelho em 2015.
Nos anos de 1976/80 exerceu funções em organismos do Ministério dos Assuntos Sociais, nomeadamente na Areosa (Porto) onde fui funcionário.
Quero apresentar à família enlutada os meus sinceros pêsames.
Foi um competente Diretor.
(Mário Mendes)"

domingo, 21 de agosto de 2016

Meu blog WordPress

 Constatei há dias que muito do que pus no meu WordPress estava miniaturizado, ilegível para quem tentasse ler, pois o portal não permite que qualquer leitor amplie o que lá está.
  Verifiquei que eu, na qualidade de administrador, posso editar essas miniaturas.
  Mas tenho de o fazer uma à uma, o que leva tempo e muito trabalho.  Por ora ainda só o pude efectuar nas centenas de imagens da minha História Profissional.
  Para quem tiver curiosidade em as ver, as suas várias partes estão directamente acessíveis no link:
  Ou clicando na categoria “HISTÓRIA PROFISSIONAL” que se vê na coluna da direita, se entrar no portal
A J Nunes da Silva

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Doca da Marinha

Tanto quanto me lembro, nas imediações das instalações militares era essencial criarem-se zonas de segurança especialmente nos acessos principais. 
Atendendo em especial aos tempos que correm, ainda serei dos que se espantam com a situação retratada junto à porta da Doca da Marinha, em zona de "paragem proíbida" como o sinal de trânsito mesmo em cima da entrada comprova, de seis viaturas em cima do passeio tradicionalmente destinado a peões - alguns dos quais eventualmente em transito de ou para a referida Doca -.
Brandos costumes!

Foto de telemóvel de 06 de Agosto de 2016

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Apartheid entre portugueses

  Apartheid entre portugueses.
  E foi criado nesta escassa quinzena de anos do Século XXI. Porque não existia no Século XX, nem no XIX, nem no XV.
  Os militares do Exército efectuaram prestimosa ajuda aos seus concidadãos no combate aos incêndios. Não precisaram de substituir as suas fardas pelas de bombeiros.
  Os da Força Aérea têm dado prestimosa ajuda no salvamento de doentes, no transporte de pessoas e material e, segundo se espera, vão recuperar também capacidade de colaboração no combate a incêndios. Sem precisarem de trocar suas fardas.
  Já quanto a militares da Marinha o tratamento passou a ser diferente. Para prestarem serviço aos seus concidadãos, na zona ribeirinha, têm de se “disfarçar de polícias”. Para que não haja dúvidas, “Polícia Marítima” escrita nas costas.
  Caso contrário, campanha de alguns jornalistas e não só. Há ilegalidades, até ferem a Constituição, dizem eles! Nada importante emitirem essas opiniões se o receio do seu impacto não tivesse conduzido o poder político a legislar no sentido do que tais contestatários pretendem:  militares da Marinha, no seu País, no nosso País, como militares, só em paradas. Quanto ao mar, o mais longe possível, de preferência em águas internacionais ou estrangeiras.
    Nada a ver contra a prestimosa acção policial, mas não foi essa a opção de vida desses militares. Nem a sua vocação. Nem a razão de ser da existência secular da Marinha. Profundamente desmotivador!
  E, a existência de “guetos” de portugueses, só por terem por missão principal a defesa de Portugal, é um tremendo desperdício de capacidade humana e material que, em tempo de paz, pode e deseja dar também mais um adicional contributo à nossa frágil economia.         

sábado, 13 de agosto de 2016

O País, CRP, Mar, Governos, AMN, Marinha

Portugal é, na minha opinião naturalmente, uma sociedade que para aí desde 1700 continua a não ter a casa arrumada.
Sempre por culpa dos outros, naturalmente. O que se vê agora, com praticamente tudo o que a geringonça prometia a ser ao contrário, ou o anterior governo depois do desastre socrático a clamar - agora é que é - sempre assim foi mais coisa menos coisa. Sempre uns quantos a governarem-se, variando as cores, mas a sociedade sempre a claudicar. E sempre corporativismos, agora com matizes sindicais.
Isto a propósito dos sucessivos governos, dos vários MDN, e de como todos foram encarando os problemas da Defesa Nacional, do Mar, e dos escassos recursos do País. Digo encarando porque, em concreto, pouco resolveram e clarificaram.
Por definição os recursos são sempre escassos, mas em Portugal foram e serão cada vez mais.
Concretamente, venho aqui a propósito da promulgação pelo PR de um DL que, segundo o que se vê no jornal de referência DN (??) o excelso juiz Bernardo Colaço considera inconstitucional porque, diz o juiz, confirma a tutela militar sobre a autoridade civil.
QUE TRAUMA, digo eu!
Pela minha parte, já não tenciono dar muito para este peditório. Há mais de cinco décadas que descobri que os bebés não chegam de Paris. Além de que reparo em quem se vem sempre insurgindo. E como gostava de ser mosca para observar o que é encomendado.
Acrescento apenas algumas convicções que, como sempre, admito que possam não ter fundamento:
1. O que se assiste de há anos para cá e concretamente desde 2005 nesta questão Autoridade Maritima versus Marinha, tem em parte a ver com a postura que muitos assumiram (erradamente) perante a CRP, a mudança dos tempos, os recursos, a racionalidade;
2. neste tema tem tido um papel particular o que se vem fazendo, o que continua a não se fazer, acerca da AMN e por exemplo na polícia marítima;
3. como sempre tem acontecido nos últimos anos, o que alguns defendem vem sendo disfarçadamente matizado por outros desígnios de parte a parte;
4. Quando olho para o que se vem passando na PSP e GNR e SEF, aumenta a minha desconfiança quanto a certas argumentações que venho observando relativamente à PM e AMN.
5. finalmente, e apesar de respeitar SEMPRE as opiniões alheias, não posso deixar de desconfiar de certas coisas e de potenciais desígnios para lá do aparente respeito da Lei, pois no meio disto tudo andam por aí, uns que são ressabiados, outros que são tolos e que continuam a não atentar na LEI.

A terminar, reproduzo em baixo o que julgo continuar em vigor.
Uma das curiosidades disto tudo, é que são diplomas aprovados no tempo de Guterres e agora o juiz Colaço insurge-se contra o MDN do governo PS. Há coisas mesmo engraçadas.

DL 43/2002/ 2Março

CAPÍTULO I

Princípios gerais
Artigo 1.o
Objecto
1 - O presente diploma cria o sistema da autoridade marítima (SAM), estabelece o seu âmbito e atribuições e define a sua estrutura de coordenação.
2 - É criada a Autoridade Marítima Nacional (AMN), como estrutura superior de administração e coordenação dos órgãos e serviços que, integrados na Marinha, possuem competências ou desenvolvem acções enquadradas no âmbito do SAM.


DL 44/2002/2Mar

Artigo 2.o

Atribuições e competências
1 - A AMN é a entidade responsável pela coordenação das atividades, de âmbito nacional, a executar pela Armada, pela Direção-Geral da Autoridade Marítima (DGAM) e pelo Comando-Geral da Polícia Marítima (CGPM), nos espaços de jurisdição e no quadro de atribuições definidas no Sistema de Autoridade Marítima, com observância das orientações definidas pelo Ministro da Defesa Nacional, que aprova o orçamento
destinado à AMN.
2 - O Chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA) é, por inerência, a AMN e nesta qualidade funcional depende do Ministro da Defesa Nacional.
3 - Nos processos jurisdicionais que tenham por objeto a ação ou omissão da AMN ou dos órgãos e serviços nela compreendidos, a parte demandada é a AMN, sendo representada em juízo por advogado ou por licenciado em Direito com funções de apoio jurídico, constituído ou designado pela AMN.

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Uma "Vasco da Gama" no SNMG1

Uma das “Vasco da Gama” vai participar, durante 4 meses, no Standing NATO Maritime Group 1 (SNMG1):
Portaria 241/2016
“ ....determina o Governo, pelo Ministro da Defesa Nacional, o seguinte:
1 — Fica o Chefe do Estado -Maior -General das Forças Armadas autorizado a empregar e sustentar, como contributo de Portugal para a missão da OTAN no âmbito das Assurance Measures, através do Standing
NATO Maritime Group 1 (SNMG1), uma Força Nacional Destacada constituída por uma unidade naval da Classe “Vasco da Gama”, incluindo como meios orgânicos um destacamento de helicóptero e uma equipa de
abordagem, com um efetivo até 210 militares, pelo período de quatro meses, no segundo semestre de 2016.
2 — A participação nacional na missão identificada no número anterior é executada na zona norte do oceano Atlântico, no mar Báltico, no mar Negro e no mar Mediterrâneo.
3 — A Força Nacional Destacada fica na dependência direta do Chefe do Estado -Maior -General das Forças Armadas.”

“Curiosidades”: 
  Porquê uma fragata e um “destacamento de helicópteros”? A fragata não tem o seu helicóptero? É indispensável uma Portaria do Ministro para o navio poder levar o seu helicóptero e respectiva tripulação?
  Porquê na dependência directa do CEMGFA, e sem sequer lhe dar poderes de subdelegação? Terá um general mais competência do que um almirante para superintender a meios navais em operações?
  Essa missão da FF é NATO, ou meramente nacional?
    A J Nunes da Silva

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Os 70 Anos do Curso D João de Castro

Pela estatística das visualizações, verifico que os clipes do meu DVD dos 70 Anos na Armada do Curso D. João de Castro, feito em 2013, continuam despertando interesse. Julgo que maioritariamente de camaradas de Marinha.
    Por tal, resolvi colocar aqui o conteúdo do DVD, na íntegra, mas dividido em 3 partes, por limitações deste portal. É uma colectânea de fotos e clipes de vídeo de que pude dispor. Do nosso passado. Dos 70 anos.
  Dos 34 cadetes iniciais do curso, neste ano em perfazemos 73 na Armada, e nesta data, restamos ainda 9. Todos nonagenários.
Muito demos ao País e à nossa Marinha. E o “bichinho” cá continua. Enquanto respirarmos.
  A J M Nunes da Silva

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

sábado, 30 de julho de 2016

CONFIRMEI ESTA TARDE OUTRA VEZ.
RARO O QUE ME PODE ESPANTAR.
Ia no carro, e ouvi na TSF. Sorri. Não me espanta.
Quando cheguei a casa fui ler a TSF online. Tinha ouvido bem.
Presumo que será cada vez pior.
O caminho para o desmoronar vem sendo seguido paulatinamente.
Parece que há quem acredite que sairão vencedores.
Pela minha parte, gostava de ser mosca para observar as risadas no 6º e 7º andares do edifício no Restelo.
Também gostava de ouvir nos corredores de Belém.
Enfim, Portugal caminha cada vez mais no melhor sentido. Tudo muito, mas muito triste.
Claro que andam por aí alguns dos culpados disto tudo. 
Vários políticos, à cabeça, desde logo quando há anos ampararam os que se gabavam de que não eram chefes de sindicatos.
Mas também muitos militares.
Aguardemos pelos próximos episódios. E também por Novembro.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

quinta-feira, 28 de julho de 2016

I GG - 1914-18
Faz hoje 102 anos. Começou a pancadaria na Europa. Acabou a 11 de Novembro de 1918.
Entre as muitas consequências:
- desmantelamento dos impérios Otomano e Austro-Húngaro,
- desarmamento da Alemanha,
- a Polónia ganhou uma parte da Ucrânia,
- a Rússia reconheceu a independência da Finlândia, Lituânia, Letónia e Estónia,
- fundação da Sociedade das Nações (SDN),
- distribuição de mandatos da SDN,
- criação do Líbano e Síria, ficando sob mandato Francês,
- Reino Unido recebeu mandatos sobre a Palestina e o Iraque.

Vale a pena olhar bem à história e meditar sobre certas coisas que acontecem no presente.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus Há Muitos)

segunda-feira, 25 de julho de 2016

PARADOS,........à sombra,......estariam a controlar a velocidade dos veleiros,............e a preparar multas?


António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

TALL SHIPS,.....já largaram






António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

segunda-feira, 18 de julho de 2016

A MARINHA na FRONTEIRA NORTE




António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)
A TURQUIA. E agora? E o futuro?

É banalidade, mas digo à mesma: o futuro a Deus pertence.
Quem se interessa por estratégia, por geopolítica, sabe que nestas coisas é sempre importante arranjar que uma "porta" fique entreaberta para o que der e vier, para uma saída se necessário, se conveniente, se, se, se, se.......
Antes de mais algumas palavras dispersas, uma referência ao ridículo evidenciado por alguns comentadores dizendo, por exemplo - "golpe das forças armadas".
Nem mesmo olhando para as imagens que iam chegando às TV se tornaram prudentes.
Uma revolta em que se via a ineficácia e um certo acabrunhamento de soldados em camiões de transporte banais, 3 ou 4 carros de combate numa ponte, hordas de civis correndo e fazendo o que lhes apetecia, só comprovavam a alta probabilidade de o tal golpe ser uma coisa chocha.
Além de chocha foi muito bem orquestrado por quem queria atingir determinados fins.
No total, nem 3000 terão sido os tropas/ taratas nas ruas de Ankara e Istambul.
Talvez esses comentadores devessem ir ver melhor a "pequenez" das forças armadas turcas.
Deixemos a treta, portanto.
O mundo chamado ocidental, Europa da UE e EUA, continua com a mania de exportar democracia.
Os resultados estão à vista.
Alguns famosos (??) comentadores, julgarão que se poderão vir a repetir golpes militares como ocorreram na Turquia depois de 1945. Não sou adivinho, mas a probabilidade de Erdogan e os seus seguidores virem a ser derrubados por militares parece-me diminuir a cada ano que passa.
Há quem diga que o poder não se destitui por golpes militares. Olhando a história desde 1900, casos houve em que sim, casos em que não. A afirmação dos princípios é, certamente, determinante. Mas pode não ser o suficiente.
Enquanto no Ocidente se dá espaço a tudo e mais alguma coisa, no mundo do Islão existe o oposto.
Concretamente Erdogan está há muito nesse caminho de ditar o eu quero, posso e mando.
Logo que passou a ter poder na Turquia, começou a urdir uma teia tenebrosa que, em síntese, administrativamente foi gradualmente dizimando todas as elites da sociedade turca pró estado laico.
E a "chacina" foi enorme nas forças armadas.
Além disso, na Turquia, como também entre as populações muçulmanas/ árabes/ africanas que vivem por exemplo na Holanda, Alemanha, Bélgica, França, Reino Unido, o índice de natalidade é muito superior entre as famílias islamizadas. É só uma questão de tempo para se inverter o peso populacional islamizados/ versus cristianizados.
Que é que se passou de facto na Turquia? Ao certo, quem saberá?
Erdogan e fieis, de certeza. Serviços secretos da Rússia, dos EUA? Provavelmente.
Atente-se na timidez das discursatas de OBAMA e do ministro dos negócios estrangeiros da Rússia.
Atente-se na divulgação imediata da lista de milhares de militares e magistrados a prender.
Não é tudo interessante?
Coitadinho do Erdogan, que lhe queriam fazer mal! Pois.
Ah, e quanto à porta aberta de que no início falava, está a parecer-me que Erdogan tem as chaves de todas as portas, que as vai fechando e, se preciso for, arranja forma de encontrar uns Martim Moniz locais.
A Europa que se cuide. E nem EUA se atiram à pouca vergonha das negociatas de petróleo na zona.
Quanto tempo vai estar Putin quieto?

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)
POR AÍ
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Conferência sobre a Liga Naval

No passado dia 08 de Julho (inicialmente prevista para 30JUN), no Instituto D. João de Castro (IDJC) no Restelo, houve quem tivesse tido a oportunidade de ouvir uma Conferência do CAlm. EMQ Fernando David e Silva sobre o Tema: "Regenerar a maritimidade portuguesa no início do séc. XX: a criação e os primeiros anos da Liga Naval" a que se seguiu um debate sobre este interessante tema da nossa história.
Aqui fica um comprovativo:

quarta-feira, 13 de julho de 2016

ZEE, submarinos e fragatas


A solicitação do JVB reproduz-se aqui um artigo do blogue Aventar onde se traz "à baila a questão "submarinos" sob o ponto de vista do dinheiro neles gasto comparativamente a outros buracos da nação e daquilo a que ele chama, e bem, o "mapa cor-de-rosa" do Atlântico."
Para aceder ao artigo devem seguir esta ligação.

terça-feira, 12 de julho de 2016

Os donos da bicicleta têm falta de mar


Foi publicado na última edição do semanário Expresso um artigo de Fernando Melo Gomes. 
Nele, "o Ex-CEMA disseca a criação da Agência Europeia de Guarda Costeira e de Fronteiras que pode intervir no território dos Estados-membros".
Para acederem ao artigo podem seguir esta ligação.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

NUNCA TINHA VISTO
 Nesta primeira foto, o que encontrei a querer enterrar-se no areal molhado
Com um pau virei a coisa de "pernas" para o ar. Não faço a mínima ideia que bicho será.
Esponjoso, mole, viscoso. Ser vivo, sem dúvida. E estava afastado da água, na altura a caminho de Baixa-Mar.
António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

domingo, 10 de julho de 2016

LA GRANDEUR de LA FRANCE = 0

 = 1, ouviram, 1

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapéus há muitos)

quinta-feira, 7 de julho de 2016

"Guarda Costeira e de Fronteiras Europeia"

Noticiam que o Parlamento Europeu aprovou a criação de uma Guarda Costeira e de Fronteiras Europeia. E que, dos deputados portugueses, votaram a favor os do PSD, PS e CDS e contra os do BE e do PCP.
A concretizar-se a criação de uma Guarda Costeira e de Fronteiras Europeia, que pode actuar a pedido de um qualquer chefe de Governo, “ou por sua iniciativa!!!!”, será o princípio do fim.

Em pés de lã e aí estarão eles, no futuro, a “meter”, “na ordem” (deles), e pela força, um povo “recalcitrante”!
Será que o nosso Parlamento, Governo e PR aceitarão? Que poderes pensam ter alguns deputados do Parlamento Europeu para tentar impor-nos mais perdas de soberania?

quarta-feira, 6 de julho de 2016

AI o MDN ANDA PREOCUPADO COM A FALTA de ADESĀO da JUVENTUDE?
Preocupado, há anos, ando eu e muitos como eu e muitos civis com coluna vertebral e ponderaçāo equilibrada sobre o que deve ser um País.
Tivesse vergonha na cara, ele e outros, de todas as cores políticas.

António Cabral
cAlmirante, reformado
(Chapeus há muitos)

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Sousa Mendes

DN online:
Aristides de Sousa Mendes e a viagem do caminho da liberdade
  É a primeira vez que Jeffrey e Laurence acompanham a mãe na viagem que os trouxe de Bordéus, em França, até Lisboa e já depois de terem parado em alguns dos locais mais marcantes para as famílias de sobreviventes e do cônsul Aristides de Sousa Mendes, o homem que concedeu milhares de vistos a judeus para que fugissem da Europa ocupada durante a II Guerra Mundial. Uma viagem para assinalar os 76 anos que passaram sobre essa data. Chamaram-lhe a viagem do caminho da liberdade.”
Meu comentário:
Comovente a História de Aristides Sousa Mendes.
Em 1947, jovem 2º tenente, fui Chefe do Serviço de Electricidade do “João de Lisboa”, comandado pelo então capitão-de-fragata José Paulo de Sousa Mendes (parente próximo de Aristides).
   José era também a bondade em pessoa. Um pequeno, mas elucidativo exemplo: Guardava os bilhetes de suas viagens anteriores em eléctrico.
  Quando vinha um revisor verificar os bilhetes dos passageiros, mostrava sempre um dos bilhetes caducados. Quando o revisor lhe dizia não ser válido, mostrava então o bilhete correcto. Será este (perguntava)? No intuito, segundo José Sousa Mendes, de dar ao revisor a sensação de estar desempenhando função útil.
  Uma Família de excepcionais padrões morais.
                              António José de Matos Nunes da Silva